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Bugei no Brasil

O Kaze no Ryu Bugei chegou ao Brasil através da família Ogawa, que desembarcou no Porto de Santos em 1935. Descendentes da aldeia Kawa, antigamente localizada na ilha de Hokkaido, no norte do Japão, estabeleceram-se no Paraná, onde iniciaram suas atividades como agricultores. Por circunstâncias da ocasião, deram seqüência, com membros da colônia, inicialmente à prática do Kenjutsu. Com a intervenção da  Shindo Renmei, Hiroshi Ogawa orientou os imigrantes que eram perseguidos pela tal, em maneiras práticas e rápidas de auto-defesa. Isso estimulou os colonos a estudarem a auto-defesa que os irmãos Ogawa conheciam.

Assim, a primeira semente do Bugei foi plantada em solo brasileiro. Muitos acontecimentos marcaram a trajetória da família Ogawa no Brasil. Somente em 1952, Hiroshi Ogawa aceita então um pequeno grupo que estudaria a tradição de sua família, dentre os quais estavam Roberto Kunio Araki, Massao Mizunaga, Abe Hideichi, Paulo Yoriki Hideoshi, Minoru Nagatame, Toshimitsu Muramoto e Kenichi Izawa, Isao Horibi, Miyoshi Massuda e Sadao Ebihara.

Iniciou-se então a trajetória do Bugei no Brasil.

Shidoshi Jordan Augusto, recebendo a graduação de Shidoshi diretamente das mãos de Ogawa Hiroshi, iniciou um belo trabalho de conservação da cultura, transmitindo os conhecimentos com a intenção de preservar as artes do Bugei. Através da Sociedade Brasileira de Bugei, Instituição que visa a manutenção dessa cultura, várias filiais plantaram esse mesmo trabalho pelos Estados brasileiros, levando a muitos a possibilidade de estudar com profundidade essa belíssima tradição.

Para saber mais, indicamos pesquisar na página oficial da SBB.

 

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AS QUATRO FOLHAS DJALMAR STÜTTGEN

Com mais de 300 peças compondo esta obra poética, imperdível referência para aqueles interessados na poesia nos moldes orientais.